E agora José - Setembro de 2022
Título de um poema de Carlos Drummond de Andrade colocado em uma árvore no Parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre. Acredito que em um temporal, o galho foi quebrado e formou uma moldura no local do corte. O texto foi construído em talagarça, uma tela apropriada e as letras individuais levadas até o local, onde foram coladas com adesivo a base de PU, que acredito, seja o mais apropriado, em função das variações de temperatura, do sol, e da chuva, o que permite que a colagem acompanhe essas variações. Assim espero!

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