domingo, 30 de outubro de 2011

Fonte

Refiz os componentes da fonte. 

Fonte antiga.
Comprei esta bacia na intenção de um dia fazer uma fonte para colocar aqui em casa. Ficou algum tempo até que juntei alguns bambus, cortei, envernizei e dei uma forma na fonte. A bomba que faz circular a água é a mesma de aquário. Revesti parte da bacia com estas pastilhas e colei-as em curva para dar uma ideia de movimento de água. Revesti um pequeno vasinho plástico com galhos de bambu e nele coloquei uma planta. Escrevi, nos três bambus horizontais, que se vê a direita, a mensagem: "Água pra todos" e afixei-a na fonte.

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Porongos

Tinha estes porongos e fiz estas luminárias. Com a furadeira fiz estes pequenos orifícios e coloquei miçangas coloridas. Pintei com verniz brilhante. Nos orifícios maiores coloquei botões de roupa coloridos. A lâmpada é de led, por segurança, pois não aquece.





Ganhei vários porongos e acrescentei estes detalhes em alguns deles. 






Presenteei meu filho Rafael com o porongo abaixo. Escolhi, um texto, que acompanha o presente, e que está contido no site Brasil 500 Pássaros, que é a digitalização de um livro editado no ano de 2000, sob o patrocínio da Eletronorte, em comemoração aos 500 anos de Brasil.
Vale a pena visitar.
Diz Manoel de Barros, 1999, em um verso contido
na poesia, Gratuidade das Aves e dos Lírios:
"Ser escolhido por um pássaro para ser a árvore dele,
eis o orgulho de uma árvore"

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Lápis



Estes quadros fiz para presentear duas pessoas muito especiais.
O quadro azul, fiz para a Luaninha (Luana) nossa sobrinha e que tem 9 anos.
O quadro preto, fiz para o amigo Marcelo, grande desenhista e
vizinho de praia onde veraneamos. O Marcelo ampliou o desenho de uma girafa, que colocamos (ele e eu) em uma parede da casa na praia.
Os lápis são colados em um bastidor de MDF. No centro
coloquei fragmentos de espelho.

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Cobras



Tinha algumas rolhas de garrafas de vinho e resolvi fazer essa cobra e presentear o Caetano, nosso neto. Cortei longitudinalmente as rolhas e colei um tecido dentro do corte para que ela tivesse um movimento. Nas pontas da rolhas fiz um corte oblíquo, para permitir o movimento. A língua da cobra fiz com uma linha que cobri com cola para ficar rígida. Julho de 2019.


Trabalho concluído. 
Na realidade o que demorou mais tempo foi a escolha da base onde seria afixado o trabalho.
 Pensei, inicialmente, utilizar uma telha de cimento amianto de 4mm, e colar o trabalho de modo que as ondas da telha, proporcionasse um movimento às cobras entrelaçadas. Não deu certo. 
Finalmente optei por colocar o trabalho em uma tela de pintura, no tamanho 50x40. Pintei a tela de branco, colei o trabalho, rejuntei, fiz o contorno na tela com pastilha de vidro, colei os detalhes com linha multicolorida, preenchendo aquele vazio da tela e ao mesmo tempo, proporcionar
 um certo movimento  ao trabalho.


Os dois trabalhos: Tapeçaria de Recorte e Mosaico em pastilhas de vidro.


 Foram postadas estas fotos para mostrar as etapas até o trabalho final. Foram coladas pastilhas de vidro na talagarça que posteriormente será afixada no suporte final. O olho do réptil é
chaton (pequena pedrinha sintética).
Na sequencia, este mesmo desenho construído em Tapeçaria de Recortes.



As cobras a seguir, foram desenhadas entrelaçadas e sendo construídas, sobre uma base de tecido cru, com pequenos retalhos de outros tecidos (algodão, tule, cetim, entre outros). O contorno dos répteis, foi feito com cordão de algodão costurado em ponto cordonê, assim como os retalhos que compõem as cabeças.
No verso encaixado em uma pequena bainha, foi utilizada entretela (tecido encorpado e com goma) que adere ao tecido utilizando-se, lentamente, o ferro de passar roupas. O contorno da frente da tapeçaria, foi feito em ponto russo, muito fácil de trabalhar. Os detalhes que compõem a tapeçaria foram feitos com linha mercerizada de algodão, multicolorida e afixada com linha invisível.
Pequenos retalhos, pequenos cacos: estes colados e rejuntados, 
aqueles costurados e encordoados. 
São semelhanças entre o Mosaico e a Tapeçaria de Recorte.




Esta raiz encontrei na Escola Técnica Agrícola de Viamão.
Fui lá dar uma passeada e comprar alguns produtos coloniais.
Trouxe para casa e ficou algum tempo parada e agora
estou dando uma ajeitada nela. Ainda não tá pronta.

o-o-o-o-o
A Escola Técnica Agrícola - ETA, está localizada na cidade de Viamão, distante aproximadamente 30km 
do centro de Porto Alegre, na estrada que vai para
 as praias de Pinhal, Cidreira entre outras do litoral sul.
É uma Escola centenária (foi fundada em 1910) e oferece ensino técnico, público, gratuito e de qualidade, na área agrícola. É um lugar muito bonito 
além de comercializar alguns produtos que são ali produzidos. 
Neste local estudou o ilustre ex-governador Leonel de Moura Brizola.
o-o-o-o-o


Na última aula de mosaico em 2010, na festinha de encerramento, a Marina trouxe esta raiz e me deu, dizendo que tinha encontrado na rua e que parecia uma cobra.Trabalhos do grupo na festinha de encerramento.
Vê-se a cobra que a Marina trouxe.


Perto de onde moro, havia uma árvore caída com algumas raízes à mostra.
Recolhi estas três raízes que aí estão! Foram feitos os entalhes que resultaram nas manchas mais claras e alguns acertos nas extremidades das raízes para que cabeça e cauda ficassem o mais aproximado possível do réptil.
As manchas mais claras obtive retirando a casca superficial com uma ferramenta, fazendo aparecer o tom mais claro e original da raiz.
A língua foi feita com um pequeno galho bifurcado.
Pintei com verniz para melhor conservação.
Presenteei, com a cobra que está no centro, a amiga Cláudia Sperb, que mora no Caminho das Serpentes, em Morro Reuter.
Gostaria de dizer, que pouco fiz nestas raízes: somente alguns pequenos ajustes, para ficarem neste formato. Elas estavam lá, escondidas junto à raíz daquela árvore. Somente estão aqui porque o vento à derrubou, eu passei naquele momento e elas transpareceram.

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sábado, 29 de outubro de 2011

Musica








Materiais utilizados: 
Bastidor de MDF (pintado com tinta acrilica), pastilhas de vidro, madeira(violão), arame(cordas do violão), lápis de silicone(braços dos violonistas) e mãos de metal. 

O trabalho foi demorado porém divertido. 

A complexidade foi na confecção dos braços. Como o violão ficou mais alto que o plano do violonista, os braços teriam que passar sobre o instrumento, tive a ideia de utilizar lápis de silicone. Tirei o grafite de dentro e coloquei um arame em seu lugar para dar o formato dos braços: cotovelos, etc. As mãos utilizei aquelas imantadas e que são utilizadas para afixar papéis em quadros metálicos. O violão utilizei madeira de caixas de verduras de feirantes, cortei no formato com serrinha, lixei e pintei com verniz. As duas cordas utilizei arame 
e fixei-as no instrumento.

O resto foi fácil: colei as pastilhas de vidro, rejuntei e pintei os braços na cor desejada.

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Sapo

Este trabalho foi feito sobre uma base de MDF, à venda em lojas de artesanato. Cortei e colei as pastilhas de vidro pigmentadas com cola branca extra. Os olhos do sapo: cortei um bambuzinho tirando duas pequenas argolas, pintei na cor laranja, onde afixei duas pedrinhas ônix.
Usei a pinça para ajeitar as pequenas pastilhas.
Rejuntei com adição de cola.

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Gatos


Porta anéis: pastilhas de vidro coladas sobre modelo, em MDF, adquirido em lojas de artesanato. Presenteei a Kati, mãe da Luaninha, quando completava 4(1) anos de nascimento.



Os gatos a seguir foram feitos em uma base de MDF, à venda em lojas de artesanato. Colei as pastilhas de vidro pigmentadas. Os olhos foram feitos com espelho e pedra ônix. Ao rejunte foi adicionado cola branca extra para maior resistência. É um pouco trabalhoso a execução já que o corte e a colagem das pastilhas por serem muito pequenas tem que ser ajeitadas com uma pinça e as vezes não ficam no mesmo plano da figura.


Com estes dois gatos, presenteei minha sobrinha Taís,
e a nossa grande amiga Fátima.


Presenteei com este gato que é um porta-anéis, nossa amiga Jeanete. Os lados foram revestidos com cores diferentes de pastilhas. O rabo foi pintado com tinta acrílica com as cores inversas. O olho é uma pedra ônix, colada no local. Ao rejunte foi adicionada cola branca extra, que também fixou as
pastilhas de vidro pigmentadas.


Presenteei, com estes dois gatos, meu primo Geraldo, que mora há mais de 25 anos no Japão, e sua esposa Mika.






























Um dos primeiros quadros que fiz. As pastilhas de vidro foram coladas inversas e que não deu uma aparência muito boa ao gato.

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Pássaros: processo de construção

O inspirador cartaz chileno.

Risca-se o modelo na talagarça e inicia-se a colagem das peças
com um pingo de cola branca extra.
Colocação do trabalho pronto na parede, com cimento cola.
Dois dias após a colocação do trabalho na parede,
pode-se rejuntar na cor desejada.
Um dos primeiros trabalhos em mosaico que realizei.
Inspirei-me em um cartaz chileno, no qual o governo socialista de Salvador Allende, convidava a população a engajar-se no trabalho voluntário. O texto do cartaz dizia:
A trabajar! trabajo voluntário verano'72.
Acho que a imagem tem tudo a ver.

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