quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Encontros

Outubro de 2020.

Sol e Lua.






Chovia em 04 de março de 2018 e fotografei os pingos na janela.




Na praia em 2019. 
Girassol.
 Girassol.
 Lágrima de Cristo.
 Um velho fogão a lenha.
Girassol recebendo visitas.
 Maracujá do mato.
 Uvas.


Cheguei na praia em novembro de 2018 e lá estava. Muito linda!
Observando.
Muito linda.

Aqui não!




Empilhando pedras irregulares de calçamento. As vezes o vento derruba.

Flor de cactus. Floresce uma vez por ano.


 A Super Lua, no dia 31 de janeiro de 2018. Fotografei lá em Tubarão, no Hotel Termas da Guarda.


Dei um zoom em uma estrela. Não sei o nome. Parece uma célula.




Na praia. Bromélias e o beija-flor. Em novembro de 2017.







Em agosto de 2017, também em Porto Alegre.

No mundo da Lua



Em Julho de 2017, aqui em Porto Alegre.

Mistérios da Meia-Noite!




Boia de barco de pesca, encontrada na orla.



Chegamos na praia e olhem só o que encontramos: Esta linda flor de cactus, na parede da girafa.




Primeiro de dezembro de 2014. Nem o sabiá aguentou o calorão. Fazemos este "agradinho" prá eles, em troca de seu doce canto no início de cada dia.






Cena inusitada. Algum tempo atrás, chegando na praia encontramos este Tatu, já sem vida, na beira do mar. Decerto fugindo de algum predador, acabou tristemente ali. Enterramos ele na duna de areia.  

Estas duas Amoreiras, além de produzirem muitas frutas,  se curvaram e formaram este túnel que servirão de sombra para o próximo verão. Ficou bonito.



Esta é a Tieta. Cadela que vive na praia. Fica bem faceira quando chegamos.

Pois vejam só: agora em março de 2015, um dito ser humano, que somente puxa prá baixo esse nosso mundão, colocou veneno misturado à comida e a Tieta foi um dos dez animais que lá viviam  e  que morreram neste  ato de maldade.



Com gritos fortes, apareceram lá na praia estas Curicacas. Vieram em bando e em busca de insetos e larvas que vivem no gramado. São muito bonitas.




Encontrei esta serpente junto à porta de nossa casa na praia. Pesquisei e é parecida com a cobra-capim. Não é venenosa. Não é dos melhores encontros.



Em nossa casa na praia temos um caramanchão de maracujá. 
Pois neste local circulam vários insetos.
Cada qual com a sua função dentro do ecossistema.
Pois estava zanzando por ali e vejam só o que encontrei. 
Esta borboleta que é só beleza.
Parece que ela não cansa! Custou para pousar.
Até que pousou!
 

Tem também o Percevejo do Maracujá.
De rara beleza.
Eles sugam a seiva das flores, frutos, ramos e os botões florais.
É uma das principais pragas do maracujazeiro. 



Casinha de pássaro, onde colocamos quirera para eles comerem!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Reaproveitamentos

Dezembro de 2020.

Uma bóia  de barco pesqueiro, encontrada na orla. Pintei, colei cacos de espelho e foi pendurada de modo a ficar girando para refletir o sol nas paredes da casa. Dá um efeito bem interessante.


Janeiro de 2021.

Essas lâmpadas de led's não funcionavam, pintei, coloquei estes cacos de espelhos e pendurei de forma a refletirem a luz do sol nas paredes. Ia colocar no lixo reciclável, mas resolvi aproveitá-las.







Outubro de 2019:

Fiz essa Caixa Elétrica para o nosso neto o Caetano.
Ele gosta de acionar interruptores de lâmpadas.
Tinha esses bastidores de MDF e o interruptor triplo.
Comprei os Led's e as baterias redondas, tipo moeda. 
Fui ajeitando e coloquei as tampinhas de garrafas para amenizar o brilho da luz, 
que poderia ser prejudicial para os olhos.
Coloquei uma dobradiça e um ferrolho para manter a caixa fechada e possíveis manutenções.
Revesti com EVA colorido e enfeitei com umas flores  com o mesmo material.











Junho de 2019: 
Algumas rolhas. Alguns cortes para facilitar o movimento. 
Presente para o Caetano, nosso neto.



  

Encontrada no lixo, esta cadeira de tubo em metal. Feito o tratamento com anticorrosivo, e após foi revestida com estes tubos de esponja, utilizados na instalação de ar-condicionado. No assento foi utilizado madeira de um lastro de cama que tinha sobrado aqui pela casa na praia. Ainda não concluída. A Lourdes vai revestir os tubos com chitão, tecido multicolorido, e colocaremos os tampões nas extremidades dos tubos. 





Estes peixes foram feitos, pela Luana e eu, sobre duas lajes, junto ao chuveiro de rua na casa da praia.





Estes revestimentos foram feitos pela Luana e eu.  Neste retangular foi colocada uma laje sobre dois pedestais que encontrei no lixo. O pedestal ovalado encontrei, também no lixo. É inteiriço. Não sei bem o que era: acho que era uma mesinha. Tava muito deteriorado. Dei uma ajeitada com cimento. Como a Luana ia ficar algum tempo lá na praia (e como ela é mais determinada do que eu) resolvemos revestir e transformar em duas mesinhas que pudessem ter, também, outra utilidade. Optamos por dois jogos de tabuleiro. O retangular terá regras específicas definidas pelos jogadores no momento do jogo (de saída e chegada, jogado com dado). O oval é um tabuleiro de dama ou xadrez. As pedras podem ser tampinhas, pastilhas, rolhas, conchas, moedas ou qualquer objeto). Bem: então ficaram assim as mesinhas!






Lá na praia, encontrei no lixo, esta tampa de fogão, e pelo jeito é de 6 bocas. 
É vidro temperado, com alguns detalhes. Logo pensei em reaproveitar. 
Comprei, por dezessete reais, os perfis de alumínio para a montagem e fixação na parede. 
Pois aí está, esta prática e econômica (eu acho que ficou bonita também) mesa que acomodou 
o laptop que levamos, em nossas idas para praia.






Cobra confeccionada com rolhas de vinho. 
Corte longitudinal na rolha e tecido colado entre as partes.